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sábado, 25 de maio de 2013
livro poesias HUMANO CANTO em PDF
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domingo, 5 de maio de 2013
LIVRO - O PRESENTE PARA O PAI
ROMANCE AMEAÇA AO REI - UM PRESENTE DE FILHO, UM PRESENTE DE PAI

Número de páginas: 84
Edição: 1(2013)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g
PREÇO PROMOCIONAL: Versão impressa | R$ 18,54
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
O HIPERREALISMO NA LITERATURA
O HIPERREALISMO NA LITERATURA
Entramos neste romance como tivéssemos fotografado uma conversa de botequim, sem retoques, sem maquiagens.
Sentimos como tivéssemos flagrado uma cena ou um pensamento. As personagens não são construídas com a intenção de nos levar posteriormente a um acontecimento pré-definido.
Continuamos longe do desenrolar da leitura como um espectador que vai julgar as idéias que se desenvolvem numa discussão que assistimos. Porém, isto não significa que esta leitura nos deixe indiferentes, ao contrário. Nela percebemos um realismo explícito já na própria forma que o romance é escrito, sem truques e floreios literários. Há, na verdade, uma depuração do discurso e desenvolvimento do enredo.
Os personagens e pensamentos nos aparecem conhecidos com suas limitações e dúvidas. Não encontramos aqui personagens meramente ficcionais, inventados. São banais, comuns. Eles são colagens, recortes de uma realidade que não está além, mas em nosso cotidiano. Eles são nós mesmos ou estão à nossa volta, trazendo suas dúvidas existenciais tão comuns a todos nós.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
PRETO E BRANCO
PRETO
E BRANCO
-A
dialética como dinâmica da evolução do espírito humano-
Medimos uma obra de arte por seu valor estético. Num romance, por
exemplo, não basta uma boa história ou um bom enredo, a forma como
isto é escrito é determinante também para definir sua qualidade.
Neste romance, ou melhor, nesta novela, os personagens não são
descritos (podem ser qualquer um). Eles não têm idades, faces e
nomes. Também a época e lugar que envolve os personagens não são
definidos (pode ser em qualquer lugar ou em qualquer época). Há um
caráter universal nos personagens que não são vestidos e
caracterizados, exceto por suas idéias.
Nesta novela não existe uma história propriamente dita. Ela não
gira em torno de um acontecimento ou de um fato que transcorra entre
a opção do certo ou errado. E, é justamente esta condição
insólita que a torna surpreendentemente contundente quando nos faz
mergulhar no universo abstrato dos personagens. Temos a oportunidade
de assistir imparcialmente o desenvolvimento do pensamento do
personagem central narrador, contudo, parece que ele vai-nos
alfinetado nos transcorrer da narração e provocando uma empatia
inquietante de suas idéias.
A personagem central diz não jogar e joga o tempo todo, inclusive
com o leitor.
Embora, não seja inusitado o uso de certas colagens em literatura, o
autor em alguns trechos da novela ousa inserir artigos, poemas e
asserções místico-filosóficas e em alguns momentos o leitor fica
na dúvida se está lendo um romance ou teorias artísticas,
teológicas, místicas e filosóficas. Mas, isto só está nesta
novela como está na vida. A narrativa não fica presa a estas
inserções. Elas apenas fazem parte de trechos e não determinam ou
mudam o curso do enredo, na verdade elas são provocações que vão
se encaixando e provocando o leitor. Somos movidos pelo pensamento da
personagem central e este se move pelas perguntas que vão surgindo.
Na verdade, há apenas uma pergunta central: o que é a vida?
A personagem parece fugir desta resposta, mas ela ousa responder. Ou
melhor, ela acha que o movimento da vida já impõe esta resposta e
ela propõe o viver como forma de se chegar à resposta.
A personagem central aponta a transcendência com via de apreensão
da vida e uma destas vias transcendentes é a poesia. Para tanto, é
necessário se entregar ao viver, ou seja, é preciso viver
plenamente para sentir a vida. Esta é a proposta e resposta do
personagem central à pergunta do seu interlocutor.
Nem tudo que você pensa é verdadeiro, mas tudo que você sente o é.
O personagem central propõe o sentir como ferramenta para alcançar
a resposta do que seja a vida. E, esta resposta é intraduzível.
Para entender a vida só se pode vive-la, senti-la. Não há uma
resposta direta como numa pergunta: onde está a porta? A resposta é
pessoal e intransferível. Só há uma forma de alcança-la:
vivendo-a.
As perguntas são usadas aqui como a dinâmica do personagem central
e, sem se dá conta, ele é movido por elas. As perguntas obrigam o
personagem a pensar por si mesmo e isto provoca as transformações e
aberturas no posicionamento deste no tabuleiro da vida, ou melhor, a
vida não é só contemplação, mas ação e, esta ação no
pensamento, é produzida pelo questionamento, pela reflexão.
Há um contraponto entre os personagens e o jogo dialético entre
ambos deixa-nos vislumbrar alguma fresta de luz, como duas pedras se
atritando e provocando faíscas.
O fato é que o “Fazedor de Perguntas”, a personagem que
interpela o personagem narrador, move este com suas inquietações e
faz das indagações a dinâmica da própria evolução do personagem
central, colocando-o num impasse consigo mesmo.
Aquele que senta à nossa frente é nosso espelho. O oposto igual a
nós mesmos. Representa as nossas contradições e foco diverso do
olhar.
Esta novela nos conduz pelo universo existencial e provoca em nós
uma abertura. Assistimos o desenrolar do pensamento do personagem
central e somos envolvidos por ele. Não saímos desta leitura da
mesma forma que nela entramos. E, este é o mérito e importância da
leitura deste romance que tem o pensamento como personagem central.
Mas, este é um livro que precisa ser interpretado através dos
símbolos.
Á princípio esta novela parece descambar para a futilidade erótica.
Ledo engano. Lembrança recorrente da genitália feminina é usada
como símbolo da fertilidade, delicadeza e vida em oposição à fria
e inerte teorização.
De fato, além da aparência, este é um romance esotérico e
precisamos alcançar aquilo que não é dito, mas sugerido para
entendê-lo em sua plenitude. Quando o personagem central olha e
aponta para a rua está apontando muito mais do que é visto
objetivamente e é isto que outro personagem não entende nem
alcança. É desta forma, que também precisamos ir além dos limites
das palavras impressas nesta novela.
O conflito entre o teórico e o prático é simbolizado pelas
personagens que, de fato, representam apenas uma única pessoa. Razão
x emoção, o material x o abstrato, etc., vão conduzindo o jogo. É
a luta entre o Eu Exterior e o Eu Interior. Enfim, o romance vai
conduzindo o leitor por meandros perturbadores e instigantes da vida
e do viver.
Tudo aqui é alegórico. Tudo aqui é simbólico. Por exemplo, uma
personagem representa a razão e a outra, a emoção. Ambas têm suas
limitações. Ambas estão confinadas num universo limitado e precisa
da complementariedade da outra. Só a liberdade pode fazer a alma
resplandecer em toda a sua plenitude na vida. Este é o jogo e ambas
só podem sair vitoriosas, de fato, quando a alma florescer e, para
tanto, ambas precisam se libertar.
O ego está no centro desta luta e tenta se impor à alma, mas no fim
o jogador consegue abandonar o próprio jogo estabelecido pelo ego e,
não jogando o seu jogo, vence a partida.
No final, podemos imaginar que na verdade só existe um personagem e
que o livro retrata a batalha que ele trava consigo mesmo. É a luta
da alma para superar o ego.
Enfim, o leitor é também despertado para esta luta e percebe e
percebe-se num jogo que precisa ganhar: vencer a si mesmo.
Por último, o autor nos coloca em xeque. Deixa-nos uma grande
reflexão ou nos coloca numa.

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quarta-feira, 3 de abril de 2013
OS MERCADORES DO TEMPLO
Como Deus, a fé e a crença são usados para ganhar dinheiro. Como a fé
é comercializada.
Como os "criadores de milagres" vendem a promessa de uma pseudo-
prosperidade. Como o crente é usado para o enriquecimento dos
vendedores de milagres.
Um livro que revela a verdadeira natureza da crença, da fé e da
espiritualidade.
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terça-feira, 2 de abril de 2013
O TESOURO DENTRO DE NÓS
o melhor presente para a
sua vida:
Um passaporte para dentro de você
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